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Produza conteúdo focado em benefícios e venda mais

Venha conferir uma dica poderosa: sempre, sempre, foque a comunicação nos benefícios para o seu consumidor.Pare de falar do produto. Confira estudo de caso de escola de teatro.
 
Os posts das mídias sociais, os banners, campanhas de Google Adword,  email marketing e  Assessoria de Imprensa precisam abordar o benefício para o aluno: aprenda uma profissão em 2 anos e meio na escola referência em formação de atores na cidade “x”.
Na descrição do curso no site e folder, foque no benefício: seja ator profissional em 2 anos e meio, com certificado da escola tradicional e renomada em Artes Cênicas no estado “y”.
 
Vai fazer uma ação de Assessoria de Imprensa? Esse benefício “aprenda a profissão de ator em 2 anos e meio” será abordado com exemplos ilustrativos do benefício, ou seja, cite fatos que sustentem a expressão “formação profissional”. Um exemplo: a cada seis meses os alunos apresentam um espetáculo em uma mostra, em 2 anos e meio serão 5 espetáculos abertos ao público, em teatro próprio da escola. Isso reforça um dos principais benefícios de ensinar  a ser ator, unindo prática e teoria. 
 
Na ação de Relações Públicas e ações comerciais, quando abordar os potenciais clientes  (alunos e pais de alunos) comunique os benefícios acima mencionados, além de acrescentar outros:  rotina e grade curricular; corpo docente composto por profissionais renomados e ativos no mercado de teatro; toda a infra-estrutura. E  como a cereja do bolo,  cite um diferencial que somente a sua escola tem, e aqui só vale argumento verdadeiro, nada de florear. A escola em questão tem  o compromisso com o  suporte emocional aos alunos, o que  nessa carreira que mexe profundamente com a capacidade criativa  é um benefício relevante . Comprova-se esse discurso mostrando que muitos coordenadores e professores têm formação em Psicologa e Artes Cênicas, e também com processos que trarão fatos reais  do que foi  trabalhado com cada aluno: avaliação periódica do que melhorou e do que precisa ser mais trabalhado.
 
Em resumo, todas as peças  de comunicação  e todos os discursos de vendas precisam mostrar claramente os benefícios  que a empresa entrega. Uma vez que esses benefícios são memorizados, serão associadas à  marca, facilitando as vendas.
 Autora do artigo: jornalista e assessora de imprensa curitibana, Jaqueline Pereira (diretora do Jaqueline Pereira Comunicação).

DICAS PARA QUEM PRETENDE CONTRATAR UMA ASSESSORIA!

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Sete dicas de Assessoria de Imprensa do Manual de Assessoria de Comunicação da Fenaj
 
Esse manual traz uma boa visão das atividades desempenhadas por uma Assessoria de Imprensa, pela Assessoria de Comunicação. O manual é de 2007, embora a comunicação tenha se desenvolvido profundamente, a essência do trabalho de Assessoria de Imprensa está bem pontuada nesse manual. Esse “textão” vale a leitura.
 
 
A informação de qualidade costuma ser uma ferramenta
fundamental para todo e qualquer veículo de comunicação.
Nesse sentido, o preparo das fontes/empresas/instituições
para produzir informação qualificada, passa
obrigatoriamente pela contratação de um jornalista. Esse
profissional que compreende e conhece as peculiaridades das
redações e sabe captar o que é de interesse dos veículos e
da sociedade, poderá atuar de forma eficiente para projetar
a importância do trabalho de determinada
fonte/empresa/instituição.
 
O que é necessário saber:
– A Assessoria de Imprensa não é departamento de vendas. Sua função não é vender produtos, mas sedimentar marcas e idéias.
– Editorial é diferente de publicidade. O espaço editorial não tem preço (editorial de moda, beleza, lançamentos),
por essa razão tem mais credibilidade do que a publicidade. No editorial a opinião é a do jornalista, o
que isenta a empresa de suspeita de autopromoção e valorização.
– Cargo de Confiança – Assessoria de Imprensa lida com informações. Portanto, precisa saber tudo que se passa
na empresa/instituição. Contrate um jornalista de sua confiança.
– Contrato de Trabalho – É usual o pagamento mensal para serviços de Assessoria de Imprensa. Pode-se, também,
contratar por “jobs”. Em ambos os casos a orientação é que seja feito um contrato de trabalho detalhando
período e tarefas. É aconselhável a contratação dos serviços por um mínimo de seis meses, para que se
alcance resultados satisfatórios.
– Mídia Training – A empresa que conhece o funcionamento da mídia tem melhores condições de atendê-la com
eficiência. Por isso, deve solicitar um treinamento específico sobre o assunto (mídia training).
– Repórter não é inimigo – Algumas fontes demonstram constrangimento e medo em atender a imprensa. Se a
situação é ou não de crise, a melhor maneira de atender à imprensa é ser autêntico, transparente e objetivo.
Oriente-se com seu Assessor de Imprensa antes de falar
ao repórter.
– Disponibilidade para com a imprensa – Não adianta contratar uma Assessoria se a fonte não tem tempo para
atender as solicitações da imprensa e de seu Assessor. O processo de comunicação exige antes de tudo, tempo e
dedicação.
*Fonte:Manual de Assessoria de Comunicação e Imprensa, da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas).
 
Para ler o documento na íntegra
 
Quer saber como a Assessoria de Imprensa pode potencializar a divulgação da sua empresa? Da sua carreira?
 
Fale conosco: contato@jaquelinepereira.com.br

7 dicas para evitar crise de imagem nas redes sociais e imprensa

Considerando  o caso de crise de imagem e chuva de comentários sobre o desempenho da Glória Pires na cobertura da cerimônia de entrega do Oscar, decidi publicar algumas dicas preciosas para evitar sérios prejuízos na gestão de crise de imagem. Invista na prevenção à crise de imagem.
Errar é humano. Corrigir e responder assertivamente na internet é uma desafio e tanto.Maior desafio ainda quando se é uma personalidade como a atriz Glória Pires.

Parabéns à Glória Pires pela resposta rápida e transparente – vídeo depoimento – à avalanche de memes e críticas ao seu desempenho enquanto comentarista na transmissão da Rede Globo na entrega do Oscar, no último domingo.
Isso é gestão de crise de imagem com maturidade.
No fogo cruzado da internet, muitas vezes o vídeo com depoimento do envolvido na matéria/críticas pode ser muito eficiente em um primeiro momento.
A Assessoria de Imprensa da atriz ainda terá muito trabalho pela frente. E a atriz ainda vai se deparar muitas vezes com jornalistas perguntando sobre esse episódio.
Ossos do ofício, ônus do erro.

 Sete dicas para evitar e gerenciar crises de imagem das redes sociais e na imprensa

Você deve estar pensando, não sou uma Glória Pires, sou uma pessoa comum, tenho uma empresa comum, sou um funcionário comum.  Mesmo assim pode ser muito útil refletir sobre seu comportamento nas redes sociais e  evitar que pequenos deslizes tragam grandes prejuízos. 
 
1. Cuidado e sobriedade com a postura da empresa, funcionários e sócios nas redes sociais: o que curte, o que compartilha, o que comenta e como comenta.  Todo esse histórico nas redes sociais será associado à sua imagem pessoal. Comentários pessoais exagerados podem arranhar a sua imagem e as suas relações pessoais e profissionais. 
2. Ortografia é um campo perigoso. Uma palavra mal escrita, um verbo mal conjugado, uma concordância verbal e nominal mal feita compromete e muito a sua imagem. Há quem diga que pretendentes  afetivos que maltratam o português são descartados. E candidatos à vagas em seleções também são eliminados.
3.Uma fotografia de um executivo na praia “sem camisa” ou uma executiva “de biquini” podem causar um grande mal estar, redução da respeitabilidade, gerando comentários negativos e ofensivos.
 
4. Atenção às suas interações  no mundo real (offline): reputação é tudo, é cada detalhe. Se você não quer que notícias e vídeos e situações ruins sejam divulgados, evite que eles aconteçam. Caso ocorram os  resolva da melhor forma – da forma mais ética e rápida possível.
 
5.Comente como  gostaria que comentassem sobre  você: não é porque é uma prática comum –   xingamentos e difamações  em grupos fechados no Facebook ou abertamente no mural-   que isso esteja certo. Seja coerente, compassivo,  empático. Coloque-se no lugar da pessoa citada no post  no qual  vai comentar. Se você extrapolar os limites, você sofre  consequências. A primeira é a sua imagem  que ficará  afetada por sua postura pouco equilibrada. A segunda consequência nem sempre acontece mas há  riscos de ser alvo de processo movido pela pessoa “difamada”. Já vi uma terapeuta holística difamar outro profissional e usar a linguagem chula, e quando questionada  sobre o  por quê ter atacado  uma pessoa com essa baixa linguagem, ela respondeu: “todo mundo faz”. Respondi que esse “todo mundo” é constituído de pessoas que acham normal difamar e dos que  não acham normal e que essa postura afastará  clientes potenciais. 
 
6. Se você, ou sua empresa, seu produto, ou sua empresa forem mencionados em matéria negativa na imprensa ou nas redes sociais, mantenha calma, sangue frio. Analise bem como deve responder, mensure as consequências em cada resposta escolhida. Havendo dúvidas, procure a orientação de dois profissionais: um advogado e um assessor de imprensa. Um cuidará da análise jurídica e o outro da comunicação online e offline.
Dois casos notórios recentes de crise de imagem que iniciaram nas redes sociais e afetaram os negócios, tamanha projeção negativa que as vítimas reportaram nas redes sociais e tamanho amadorismo das empresas mencionadas em se posicionar nas redes: o bar paulistano  “Quitandinha” e o curitibano Phoenix American Mex (curitibano). Ambos ficaram com fama negativa nacionalmente, registrada em centenas de links negativos no Google, Facebook.
 
7. A máxima educação e sabedoria precisam nortear toda a comunicação da empresa tanto nos ambientes online quanto offline, independente de quem esteja com a razão – seja o cliente, seja a empresa. Sempre existe uma forma de resolver com bom senso e conciliação entre as partes. Isso chama-se  ética e respeito.
 
Imagem é tudo, cada detalhe, cada atitude, cada omissão. Agir por impulso é perigoso para a sua reputação pessoal e para reputação profissional.
Até o próximo post!
Um abraço, da Jaqueline Pereira
(jornalista, assessora de imprensa, professora, palestrante, especialista em marketing com ênfase em empreendedorismo, especialista em comunicação jornalística).

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